21 de out de 2010

DISMORFISMO SEXUAL

Nem todos os animais apresentam diferenças físicas que nos levem a identificar de imediato se pertencem ao sexo masculino ou feminino. No caso dos periquitos australianos, podemos observar a “cera” que eles apresentam acima do bico. Uma plaquinha azul (nos machos) com dois orifícios pequenos (narinas) e amarronzadas nas fêmeas



Quando o macho está pronto para a reprodução (quente), este azul fica bem intenso. Já a fêmea, quanto mais pronta (quente) ela estiver mais intenso o tom do marrom, porém se ela for jovem ou mesma adulta e estiver “fria”, este marrom vai clareando tanto que desaparece surge um azul desbotado, (nunca igual ao do macho).


Dito isto, estamos falando dos “normais”, que são os azuis, os verdes e os cinzas. Temos também os recessivos, onde as fêmeas quentes escurecem as ceras, porém os machos nunca apresentam as ceras com o tom tão azul como os normais. São os lutinos (amarelos de olhos vermelhos), os albinos (brancos de olhos vermelhos) e os “ar” (arlequinos recessivos), que aos olhos dos iniciantes parecerão sempre fêmeas. De inicio parece difícil, mas é muito simples, basta fazer uma visita a um criadouro, observar alguns pássaros de cada modalidade e logo nos adaptamos a estas poucas diferenças.

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