30 de jun de 2011

Acasalamentos de canarios

Acasalamentos Básicos

Linha clara x Linha clara
Linha escura x Linha escura
Sem fator x Sem fator
Com fator x Com fator
Intenso x Nevado
Mosaico x Mosaico
Diluído x Diluído
Oxidado x Oxidado
COMENTÁRIOS:
Linha Clara: exemplares isentos de melaninas (pigmentos negros ou marrons) em sua plumagem. Ex: Amarelo, Branco, Vermelho, etc.
Linha Escura: exemplares que possuem melaninas em sua plumagem. Ex: Verde, Cobre, Isabelino, etc.
Sem Fator: exemplares isentos de pigmento vermelho na plumagem. Ex: Amarelo, Branco, Verde, etc.
Com Fator: exemplares que possuem pigmento vermelho na plumagem. Ex: Vermelho, Cobre, Ágata vermelho, etc.
Intenso: exemplares em que o lipocromo (pigmento amarelo ou vermelho) se deposita em toda extensão da pena.
Nevado: exemplares em que o lipocromo não se deposita até a extremidade da pena, formando uma escamação mais clara na plumagem.
Mosaico: exemplares onde o lipocromo se deposita em regiões específicas da plumagem, como: máscara facial, ombros, uropígio e peito.
Diluído: exemplares da linha escura onde a melanina se encontra em menos quantidade nos desenhos e na envoltura (melanina que se encontra dispersa na plumagem misturada ao lipocromo). Ex: Ágata e Isabelino.
Oxidado: exemplares da linha escura onde a melanina se encontra em expressão máxima nos desenhos e na envoltura. Ex: Verde, Cobre, Azul e Canela.
Acasalamentos Consanguíneos
 
Aperfeiçoamento de todos os animais, criados pelo homem. Normalmente os machos de qualidade excepcionais são utilizados para e acasalamentos consangüíneos criar famílias onde se tem por objetivo incluir em todos os seus componentes as qualidades do citado reprodutor.
Com cavalos das diversas raças, gado vacum, porcos, mamíferos em geral e aves, tal prática foi intensamente utilizada pelos grandes criadores do passado mesmo sem conhecimentos de genética, que hoje já bastante desenvolvida torna fácil comprovar a eficiência deste processo.
Em todos os centros ornitológicos tal prática é bastante difundida, mas no Brasil, não sé se tira proveito destes acasalamentos como também se evita por desconhecimento e até por preconceitos religiosos.
Em canaricultura no que se refere aos canários de porte tal prática só trará benefícios, mas os criadores ainda não a aceitam, olhando A utilização de consangüíneos é uma prática comumente utilizada na apuração ou apenas o lado deficiente do processo, esquecendo de que muitas vezes os acasalamentos entre pássaros não consangüíneos resultam em completa desilusão.
Quantos criadores gastaram somas fabulosas adquirindo campeões, acasalando-os e obtendo apenas filhotes medíocres?
O motivo principal a nosso ver, porém é simplesmente a ânsia de obter de primeira temporada, isto é, da maneira mais rápida possível, pássaros de qualidade, o que na maioria das vezes não acontece.
A utilização dos acasalamentos consangüíneos requer além de conhecimentos, paciência e perseverança, mas os resultados após alguns anos compensam o tempo perdido, a proporcionarem aos verdadeiros amadores a satisfação de ter criado uma família onde a totalidade dos componentes apresentam as características do Standard da raça.
Porque a vantagem de tais acasalamentos> A genética nos responde.
Hoje sabemos que cada espécie animal tem uma característica que é o número de cromossomos de suas células.
Nossos canários possuem 9 (nove) pares de cromossomos maiores (macrocromossomos) e um número indefinido de pares de microcromossomos. Cada um destes cromossomos possui genes que são os responsáveis pela expressão das características dos indivíduos, como acontece com os diversos genes que comandam as cores dos canários, hoje já bastante difundidos.
Por ocasião da divisão celular que antecede a formação dos gametas masculinos (espermatozóides) e feminino (óvulo) os pares cromossomos se separam e assim cada gameta, em uma explicação simplificada, possui apenas a metade do número de cromossomos da célula original.
Assim sendo, cada novo indivíduo recebe ao se formar um conjunto de cromossomas do pai e outro da mãe e assim no novo ser é restabelecido o número de cromossomos da espécie.
Neste novo ser, os pares de cromossomas são reconstituídos e de acordo a predominância ou não entre genes para uma mesma característica esta poderá se expressar ou não.
A antiga e ainda usada expressão “meio sangue” significa em termos reais que o indivíduo possui metade dos cromossomas, por exemplo de seu pai, um puro sangue e metade correspondente a herdada de sua mãe sem as características da raça considerada.
Cada característica é comandada por um gen ou genes e, em um canário além dos genes que determinam a cor que apresentará o pássaro, outros há que determinam seu tamanho, a forma de sua cabeça, tamanho do bico, posicionamento da perna e um sem número de características que definem um pássaro de determinada raça ou cor.
É preciso esclarecer, porém, que a metade dos genes herdada de um reprodutor se refere ao número de cromossomos e que somente em indivíduos homozigotos para todas as características (caso pouco provável em canário de porte) todos os gametas serão idênticos. O que normalmente acontece é que os indivíduos não são homozigotos e nada impede que um pássaro excelente, possua em seu patrimônio genético, características deficientes recessivas que serão transmitidas a seus descendentes.
Se acasalamos um pássaro excepcional a um de suas filhas de boas características, as chances de produzir pássaros semelhantes ao reprodutor original é muito maior do que se utilizarmos uma fêmea não relacionada com ele, pois sua filha possui em suas células metade dos cromossomos do seu pai, tornando mais fácil a reconstituição do patrimônio genético original do reprodutor em alguns dos filhotes.
De modo idêntico que as características que definem a raça a saúde, robustez, fertilidade e outras podem ser manipuladas de modo a se conseguir melhorar ou manter tais funções.
Dentre os acasalamentos consangüíneos podemos distinguir dois processos: INBREEDING, onde os acasalamentos são feitos entre parentes próximos por exemplo, pai x filha, mãe x filho, meio-irmão x meio-irmão, avô x neta etc...
LINE-BREEDING, onde os acasalamentos são feitos entre parentescos mais afastados.
IN BREED TO SUCESS.
Com este título o articulista de Cage and Aviary Birds, Brian Biles publica excelente artigo sobre o sucesso obtido pelo Dr A.R. Robertson, de Durban, África do Sul, na criação de periquitos australianos.
Os comentários do articulista inglês, fotografias dos pássaros e referências de outros criadores não deixam dúvidas quanto à qualidade dos ondulados do Dr Robertson, considerados tão bom ou até melhores que os melhores periquitos ingleses.
Utilizando como guia um pequeno livro INBREEDING BUDGERIGARDS, de autoria do Dr M.D.S. Armour, publicado após a 2a (segunda) Guerra Mundial e conhecimentos de genética que possuiu, desenvolveu seus programas e este ano recusou por um dos pássaros a soma de 1.000,00 (mil libras) preço considerado lá extraordinário.
Seus pássaros são mantidos em famílias ou linhas e os acasalamentos feitos de acordo com as características visuais dos pássaros e seus pedigrees.
Seu plantel é todo relacionado e se levarmos em consideração que de 1969 a 1979 foi proibida a importação de psitacídeos na África, o grau de relacionamento é bastante aproximado.
Segundo autor do artigo, dificilmente introduz pássaros não relacionados no plantel e faz é através de um macho, de boas características que no primeiro ano é acasalado com duas ou mais fêmeas.
No segundo ano utiliza o macho com duas ou três fêmeas de suas melhores filhas ao mesmo tempo que acasala vários pares de meio-irmãos. Destes acasalamentos já consegue 30% (trinta por cento) de pássaros de qualidade tão boas ou superiores ao reprodutor inicial.
No terceiro ano os melhores filhotes do reprodutor são acasalados aos melhores dos acasalamentos entre os meios irmãos e o reprodutor original a duas de suas melhores netas e a parcela do pássaro de qualidade ultrapassada já aos 50% (cinqüenta por cento).
Outro ponto importante do artigo é que a cada indivíduo excepcional que surge uma nova família é iniciada tendo este como fundador e o mesmo processo desenvolvido paralelamente.
À atuação deste criador, como acontece com grande freqüência fora de nosso país, no que se refere às aves, é um dos muitos que podem ser citados como exemplo dos acasalamentos consangüíneos para melhorar as características de uma variedade.
Os resultados não são imediatos. Mas observadas as regras e uma seleção apurada, em três ou quatro temporadas no máximo, o criador poderá tornar seu plantel homogêneo para as características do reprodutor inicial.
Os acasalamentos consangüíneos podem nos conduzir a resultados excelentes desde que sejam feitos judiciosamente. Tentar utilizá-los com pássaros que possuem características desejáveis é simplesmente perda de tempo.
 Acasalamentos de Brancos
1 - Brancos (recessivos)

portador x pura - puro x portadora50% portadores (machos e fêmeas)50% puros (machos e fêmeas)

- puro x pura:
100% filhotes puros (machos e fêmeas)

- portador x portadora:
25% puros machos e fêmeas
50% portadores machos e fêmeas
25% normais machos e fêmeas

- normal x pura
- pura x normal
100% machos e fêmeas portadores

- portador x normal
normal x portadora
50% machos e fêmeas portadores
50% machos e fêmeas normais

2 - Brancos dominantes:

- b. dominante x normal
- normal x b.dominante
50% brancos domin. (machos e fêmeas)
50% normais (machos e fêmeas)

- b. dominante x branco
- branco x b. dominante
50% b. dominantes machos e fêmeas portadores branco
50% amarelos portadores de branco

- b. dominante x b. dominante filhotes
75% br. Dominantes machos e fêmeas
25% amarelos machos e fêmeas

3 - Albinos e albinos dominantes:

- albino x albino:
100% filhotes albinos (machos e fêmeas)

- albino x branca:
50% machos brancos port/ albino
50% fêmeas albinas

- albino x normal (amarelo):
50% machos amarelos port/ brancos e albino

1 - Brancos (recessivos)

- portador x pura
puro x portadora
50% portadores (machos e fêmeas)
50% puros (machos e fêmeas)

- puro x pura:
100% filhotes puros (machos e fêmeas)

- portador x portadora:
25% puros machos e fêmeas
50% portadores machos e fêmeas
25% normais machos e fêmeas

- normal x pura
- pura x normal
100% machos e fêmeas portadores

- portador x normal 
normal x portadora
50% machos e fêmeas portadores
50% machos e fêmeas normais

2 - Brancos dominantes:
- b. dominante x normal
- normal x b.dominante 50% brancos domin. (machos e fêmeas)
50% normais (machos e fêmeas)

- b. dominante x branco
- branco x b. dominante
50% b. dominantes machos e fêmeas portadores branco
50% amarelos portadores de branco

- b. dominante x b. dominante filhotes
75% br. Dominantes machos e fêmeas
25% amarelos machos e fêmeas

3 - Albinos e albinos dominantes:
- albino x albino:
100% filhotes albinos (machos e fêmeas)

- albino x branca:
50% machos brancos port/ albino
50% fêmeas albinas

- albino x normal (amarelo):
50% machos amarelos port/ brancos e albino
50% fêmeas lutinas portadoras / branco

- albino x br. Dominante normal:
25% machos br. Dom. portadores/ branco e albino
25% machos amarelos portadores/ branco e albino
25% fêmeas albinas dominantes portadoras/branco
25% fêmeas lutinas portadoras/branco

- albino x br. Dom. port/br:
25% machos brancos port/albino
12,5% machos br. Dom. port/ br e albino
12,5% machos amarelos port/br e albino
12,5% fêmeas albinas
12,5% fêmeas albinas dominante port/branco
25% fêmeas lutinas port/branco

- br. Port/alb x albina:
25% machos brancos port/alb.
25% machos albinos
25% fêmeas brancas
25% fêmeas albinas

- branco normal x albina:
50% machos e brancos port/alb.
50% fêmeas brancas normais

- branco port/alb x branco normal:
25% machos brancos normais
25% machos brancos port/alb
25% fêmeas albinas
25% fêmeas brancas normais

- lutino port/br x albina: 25% machos albinos
25% machos lutinos port/branco
25% fêmeas albinas e lutinas port/br
25% fêmeas brancas normais e amarelas port/br.

- lutino normal x albina:
50% machos lutinos port/br e alb
50% fêmeas lutinas port/br

- amarelos port/alb x albinas: 12,5% machos albinos
12,5% machos lutinos port/br e alb
12,5% machos brancos port/alb.
12,5% machos amarelos port/alb e lut.
12,5% fêmeas albinas
12,5% fêmeas lutinas port/br e alb.
12,5% fêmeas brancas normais
12,5% fêmeas amarelas port/br

- amarelo normal x albina:
50% machos amarelos port/ br.albino e lut.
50% fêmeas amarelas port/br

- alb. Dom. x alb. Domin.:
75% alb. Dom. machos e fêmeas
25% lutinos machos e fêmeas

- alb. Domin. X albina:
25% machos alb. Dom. port/br
25% machos lutinos port/br
25% fêmeas alb.Dom. port/ br
25% fêmeas lutinas port/br

- Alb. Dom port/br x albina:
16,66% machos albinos
16,66% machos albinos Dom. port/br
16,66% machos lutinos port/br
16,66% fêmeas albinas
16,66% fêmeas alb.Dom. port/br
16,66% fêmeas lutinas port/br

- br. Dom.port/br x albina:
8,33% machos albinos
8,33% machos alb.Dom. port/br
8,33% machos lutinos port/br
8,33% machos brancos port/alb e lut.
8,33% machos amarelos port/alb e lut
8,33% machos br. Dom. port/ alb. Alb. Dom e lut.
8,33% fêmeas albinas
8,33% fêmeas alb.Dom. port/br.
8,33% fêmeas lutinas port/br
8,33% fêmeas brancas normais
8,33% fêmeas br. Dom.port/br
8,33% fêmeas amarelas port/br.

- br. Dom.normal x albina :
25% machos br.Dom. port/ alb, alb. Dom. e lut.
25% machos amarelos port/br, alb e lut.
25% fêmeas amarelas port/br
25% fêmeas br. Dom. port/br

- br. Dom.port/alb.dom x alb. Dom.
18,75% machos alb. Dom.
18,75% machos br. Dom. port/ alb. Dom.
12,5% machos amarelos port/lut.
18,75% fêmeas alb.Dom.
18,75% fêmeas br. Dom. normais
12,5% fêmeas lutinas

- br. Dom port/alb.dom x br. Dom.
18,75% machos br. Dom. normais
18,75% machos br. Dom. port/ alb. Dom.
6,25% machos amarelos normais
6,25% machos amarelos port/ lut.
18,75% fêmeas alb. Dom.
6,25% fêmeas lutinas
18,75% fêmeas br. Dom. normais
6,25% fêmeas amarelas normais

- lutino x alb. Dom:
- alb. Dom. x lutina:
25% machos alb. Dom.
25% machos lutinos
25% fêmeas alb. Dom.
25% fêmeas lutinas

- alb. Dom. x amarela normal:
25% machos br. Dom. port/ alb. Dom. lut.
25% machos amarelos port/lutino
25% fêmeas alb. Dom.
25% fêmeas lutinas

- amarelo port/lut x alb. Dom.
12,5% machos alb. Dom.
12,5% machos br. Dom. port/ alb. Dom. lut.
12,5% machos lutinos
12,5% machos amarelos port/lut.
12,5% fêmeas alb. Dom.
12,5% fêmeas br. Dom. normais
12,5% fêmeas lutinas
12,5% fêmeas amarelas normais

- amarelo port/lut x br. Dom.
12,5% machos br. Dom. normais
12,5% machos br.Dom. port/ alb. Dom. lut.
12,5% machos amarelos normais
12,5% machos amarelos port/lut
12,5% fêmeas alb. Dom.
12,5% fêmeas lutinas
12,5% fêmeas br. Dom.
12,5% fêmeas amarelas normais
50% fêmeas lutinas portadoras / branco

- albino x br. Dominante normal:
25% machos br. Dom. portadores/ branco e albino
25% machos amarelos portadores/ branco e albino
25% fêmeas albinas dominantes portadoras/branco
25% fêmeas lutinas portadoras/branco

- albino x br. Dom. port/br:
25% machos brancos port/albino
12,5% machos br. Dom. port/ br e albino
12,5% machos amarelos port/br e albino
12,5% fêmeas albinas
12,5% fêmeas albinas dominante port/branco
25% fêmeas lutinas port/branco

- br. Port/alb x albina:
25% machos brancos port/alb.
25% machos albinos
25% fêmeas brancas
25% fêmeas albinas

- branco normal x albina:
50% machos e brancos port/alb.
50% fêmeas brancas normais

- branco port/alb x branco normal:
25% machos brancos normais
25% machos brancos port/alb
25% fêmeas albinas
25% fêmeas brancas normais

- lutino port/br x albina: 25% machos albinos
25% machos lutinos port/branco
25% fêmeas albinas e lutinas port/br
25% fêmeas brancas normais e amarelas port/br.

- lutino normal x albina:
50% machos lutinos port/br e alb
50% fêmeas lutinas port/br

- amarelos port/alb x albinas: 12,5% machos albinos
12,5% machos lutinos port/br e alb
12,5% machos brancos port/alb.
12,5% machos amarelos port/alb e lut.
12,5% fêmeas albinas
12,5% fêmeas lutinas port/br e alb.
12,5% fêmeas brancas normais
12,5% fêmeas amarelas port/br

- amarelo normal x albina:
50% machos amarelos port/ br.albino e lut.
50% fêmeas amarelas port/br

- alb. Dom. x alb. Domin.:
75% alb. Dom. machos e fêmeas
25% lutinos machos e fêmeas

- alb. Domin. X albina:
25% machos alb. Dom. port/br
25% machos lutinos port/br
25% fêmeas alb.Dom. port/ br
25% fêmeas lutinas port/br

- Alb. Dom port/br x albina:
16,66% machos albinos
16,66% machos albinos Dom. port/br
16,66% machos lutinos port/br
16,66% fêmeas albinas
16,66% fêmeas alb.Dom. port/br
16,66% fêmeas lutinas port/br

- br. Dom.port/br x albina:
8,33% machos albinos
8,33% machos alb.Dom. port/br
8,33% machos lutinos port/br
8,33% machos brancos port/alb e lut.
8,33% machos amarelos port/alb e lut
8,33% machos br. Dom. port/ alb. Alb. Dom e lut.
8,33% fêmeas albinas
8,33% fêmeas alb.Dom. port/br.
8,33% fêmeas lutinas port/br
8,33% fêmeas brancas normais
8,33% fêmeas br. Dom.port/br
8,33% fêmeas amarelas port/br.

- br. Dom.normal x albina :

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